Se energize

Se energize
Cultive esse hábito

Você sabe o que é Apometria Terapêutica?


Tem como objetivo tratar neuroses, fobias, medos, bloqueios, traumas, aflições da alma e qualquer tipo de dor, desconforto do corpo físico. Trata do inconsciente de forma rápida, eficiente e duradoura. É indicada principalmente aqueles que não conseguem ter sucesso pelos tratamentos convencionais. Isto é devido ao problema ser de origem emocional ou espiritual. Sem tratar a origem a pessoa tem períodos de melhora e piora. A origem dos problemas pode ser desencadeada por vários distúrbios emocionais que dão o gatilho, entre eles podem ser desde uma briga na família, problemas financeiros, de saúde, dificuldades no relacionamento amoroso, etc.

O ideal é tratar o trauma emocional ou espiritual enquanto ainda não somatizou virando uma doença. Mesmo quando enfermo (com algum tipo de doença) pode e deve ser tratado com esta técnica.
A metafísica indica que uma doença leva alguns anos para se materializar no corpo físico. O pensamento desta pessoa vai ficar cada vez mais denso, isto é, cada vez mais negativo, se condensando em uma doença no corpo físico.

Nova visão
Formar Terapeutas capazes executar o tratamento apométrico. Podendo ser aplicada por profissionais da saúde, fisioterapeutas, terapeutas florais, holísticos, vibracionais, psicólogos, homeopatas, etc.

O que faz o tratamento apométrico basicamente é descarregar a emoção dessas memórias (subpersonalidades).
O fundamental é causar uma mudança do padrão energético da pessoa tratada.

Histórico
Este tratamento surgiu na Casa do Jardim, assim chamado num pequeno local de reunião do Dr. Lacerda de Azevedo e alguns colaboradores do HEPA – Hospital Espírita de Porto Alegre. Junto com sua esposa Dona Yolanda, Dr. Lacerda fez os primeiros desdobramentos ao Hospital Amor e Caridade (que seria o duplo astral do Hospital físico mencionado).
Apometria foi desenvolvida a partir de estudos científicos, com a física, matemática, física quântica, etc., por toda ajuda deste grupo multidisciplinar. Deste que surgiu as 13 Leis e Técnicas de Tratamento desenvolvidas pelos estudos do Dr. Lacerda. Este foi um trabalho intenso e de dedicação.
A técnica se desenvolveu e a forma de trabalho foi de se ter captadores e um dirigente, que dá os comandos e faz as contagens para o assistido que será tratado (cliente).
Os estudos foram de 1965-87, onde no fim deste período foi lançado um livro pelo Dr. Lacerda: Espírito Matéria – Novos Horizontes para a Medicina (hoje está em pdf on line, só pesquisar no Google e baixar o arquivo). Neste estudo Dr. Lacerda deixa claro que a Apometria não é doutrina, filosofia ou religião.
No início da década de 60, Dr. Lacerda teve contato através de um congresso espírita em Buenos Aires, com o farmacêutico-bioquímico, Luis J. Rodrigues de Porto Rico e residente na cidade do Rio de Janeiro. Este apresentou uma técnica que denominava HIPNOMETRIA, que se transformou numa tese. Esta técnica consistia em promover o ‘desdobramento’ espiritual do indivíduo sem sugestões. Esta técnica seguia através de pulsos, contagem lenta e pausada e forte intensão mental. Luis considerava que o transe hipnométrico é uma projeção astral bem controlada da qual participam o operador, o paciente e os guias espirituais dos mesmo. Na tese ainda incluía o tratamento do corpo astral para pôr fim a cadeia de sofrimentos e misérias que o indivíduo se arrastava através de suas encarnações e que não deve levar para as novas vidas. O bom médico deve ser o médico do corpo e da alma, visto que as origens das doenças físicas estão no campo etérico e astral. (Rodrigues, Luis J.)
É preciso que se estude aqui para melhor compreensão do texto e da matéria exposta, algum conhecimento sobre a física quântica, sobretudo, radiações, campos de força, magnetismo, vibrações conscientes ou intuitivos, quais nossos campos magnéticos corporais (Barradas, Carlos – 2004 – prefácio de Espírito Matéria). Além disso, ter a cabeça aberta para novas ideias sem julgamentos ou preconceitos.
A intenção e o sonho do Dr. Lacerda era que esta técnica se espalhasse para os Centros Espíritas, casas de Umbanda e consultórios médicos e terapêuticos a fim de tratar depressões, psicopatias, enfermidades psicossomáticas, etc. Sua real intenção era que esse tratamento tomasse o rumo da Homeopatia e da Acupuntura, fosse incluída no Curriculum de psicólogos, terapeutas e profissionais da saúde.
De acordo com o livro do Dr. Lacerda, a maioria das religiões ensina que temos uma constituição mais complexa do Homem-Espírito, sendo 7 componentes interpenetrados, os 7 corpos, perfeitamente definidos, e ocupando a mesma porção espacial, desde os corpos mais densos até os mais sutis, eles vibram em dimensões espaciais diferentes, onde as propriedades, funções e manifestações são distintas.

A divisão dos 7 corpos

Corpos Espirituais  7- Átmico     (7, 6, 5 ) ‘EU’ – Trindade Divina, a individualidade (ternário sup.)
                                  6- Búdico
                                  5- Mental superior
                                  4- Mental inferior
                                  3- Astral

Corpos Materiais    2- Etérico       (4, 3, 2 e 1)  “EGO” – Quaternário inferior, Personalidade
                                 1-      Somático


Fontes
Curso de Apometria – Cintia Donegá - http://www.espacoarcturiano.com.br/cursos/detalhes/curso-1

Livro: Espírito Matéria - Novos Horizontes para a Medicina. José Lacerda de Azevedo, 1987.

Serviços Terapêuticos - On Line

A partir de hoje estou disponibilizando meus serviços on line.
Trata-se de facilitar e divulgar melhor as terapias de forma funcional e quântica.
Afinal todos nós estamos interligados, queira você ou não.
Somos UM.

Como será realizado?

Vou disponibilizar um menu de terapias que consigo tratar a distância, onde você pode combinar comigo uma data e horário para ser uma vídeo conferencia (Skype, Whatsapp ou Facebook Messenger).
Abaixo segue as Terapias e os valores que deverão ser pagos antecipadamente via depósito em conta. Se você é de outro País, podemos ver como podemos realizar isto.

1) Consulta Simples para a Saúde, dores, doenças, etc.
Através da Mesa Radiônica investigo qual a melhor técnica para lhe ajudar
Incluso no valor da consulta, indicação de Florais (Bach/ Minas ou de St. Germain), Fitoterapia se for necessário.
Tempo: 20-40 minutos

2) Consulta indicada pela Mesa Radiônica
Apometria Terapêutica
Tempo: 15-30 min

Leitura de Cérebro
Tempo: 15-30 min

Reiki
Tempo: 15-30 min

Constelação Pessoal por âncoras
Tempo: 20-50 min

3) Curso de Terapia da Abundância
Tempo: cada aula 1 hora.

Contato: 055 11 98102-9993, monica.louvison@gmail.com

Acompanhe meu Youtube e faça perguntas.

https://www.youtube.com/watch?v=Zi4x7u6Rp88

https://youtu.be/Zcxix875ntE

Constelação Popular - GloboPlay

Hoje em dia está tão comum se falar neste tipo de terapia que acaba sendo uma ferramenta de facilitar a vida de muitos ao mesmo tempo.
Na vida judiciária está sendo muito útil para aliviar a quantidade de processos.
As pessoas se conscientizam do que está acontecendo com si e com o outro.
É muito lindo isto estar ocorrendo numa área tão rígida e com a seriedade que se deve ter perante esta técnica.
Assista a reportagem completa clicando no link abaixo.

https://globoplay.globo.com/v/6814602/programa/

Compartilhe. Gratidão por me seguir neste blog.

Constelação Empresarial ou Organizacional

Muita gente sabe que Constelação Familiar é uma técnica bastante usada no Brasil no meio jurídico, sobretudo em varas de família, nas mediações para partilha de bens e de guarda de filhos. Mas, o que poucos conhecem são as diversas aplicações dessa prática no ambiente corporativo, sejam empresas familiares ou não.

A metodologia conhecida como Constelação Organizacional é uma excelente ferramenta para a resolução de conflitos e a tomada de decisões estratégicas, ao complementar as técnicas de gestão já utilizadas no ambiente empresarial.
Confira a seguir, algumas situações em que a Constelação Organizacional pode, e deve, ser aplicada!
Estudo e/ou lançamento de um produto ou uma marca – muitas vezes, mesmo após a realização de pesquisas e estudos, alguns gestores ainda se sentem inseguros antes de lançar um produto ou uma marca no mercado. É difícil saber se o momento é adequado, se o produto está realmente finalizado, se o nome será bem aceito, se o preço e o posicionamento adotados estão corretos, entre muitas outras questões. Dentro desse contexto, a Constelação Organizacional pode simular uma série de cenários, nos quais o cliente tem a oportunidade de vivenciar o produto lançado e, assim, encontrar as respostas que tanto procura.
Confira a seguir, algumas situações em que a Constelação Organizacional pode, e deve, ser aplicada!
Estudo e/ou lançamento de um produto ou uma marca – muitas vezes, mesmo após a realização de pesquisas e estudos, alguns gestores ainda se sentem inseguros antes de lançar um produto ou uma marca no mercado. É difícil saber se o momento é adequado, se o produto está realmente finalizado, se o nome será bem aceito, se o preço e o posicionamento adotados estão corretos, entre muitas outras questões. Dentro desse contexto, a Constelação Organizacional pode simular uma série de cenários, nos quais o cliente tem a oportunidade de vivenciar o produto lançado e, assim, encontrar as respostas que tanto procura. 
Um estudo realizado pelo holandês Wim Jurg tratou pela primeira vez, de forma acadêmica, do uso de Constelações para marcas, o que chamou de Branding Constellation. Segundo a pesquisa, ao realizar a constelação o gestor tem acesso a uma visão que vai além da que o mercado já está acostumado a pensar em termos de relacionamento das marcas com as pessoas, podendo assim ter mais insights para resolver problemas relacionados à identidade da marca ou do produto.
Conflitos entre executivos ou seus times – no ambiente corporativo é comum acontecerem problemas de relacionamento e conflitos entre os membros da equipe. Contudo, uma das modalidades das Constelações Organizacionais, a chamada Constelação de Equipe Interna, pode contribuir diretamente para a melhoria dessa situação. A prática permite que cada indivíduo consiga perceber os diferentes pontos de vista que existem sobre o mesmo tema ao se colocar no lugar do outro, harmonizando drasticamente conflitos oriundos de diversas naturezas.
Simulação de cenários futuros – essa é outra necessidade recorrente no dia a dia de qualquer organização, principalmente, para simular cenários e entender como sua empresa, seus produtos, seus clientes e seus concorrentes irão se comportar no futuro, já que, por mais que se estudem as consequências de uma ação ou de uma hipótese, muitas vezes, a realidade surpreende, em geral, negativamente, com pontos que foram esquecidos na análise. Com a Constelação, os envolvidos podem enxergar possíveis cenários por diferentes ângulos e pontos de vista. Conseguem até mesmo ter a visão de elementos de fora da empresa, com clientes, concorrentes e fornecedores. E, além das questões próprias de marcas e produtos, também é possível visualizar cenários políticos e econômicos, a entrada de um novo player no mercado, a compra de uma outra empresa, a divisão de uma empresa em duas, a criação de uma filial, o fechamento de uma unidade de negócios, uma demissão em massa, entre muitas outras possibilidades. Trata-se de uma alternativa muito rica e que traz bastante segurança às tomadas de decisão.
Pesquisa de Mercado - pesquisas em geral são caras, demoradas e nem sempre muito assertivas, sobretudo se abordarem um tema mais complexo. Por isso, na Europa já se tornou uma prática trocar os processos de pesquisa de mercado pelas Constelações Organizacionais. Isso porque o resultado é mais rápido, mais barato e mais assertivo.
Comunicação – assim como os conflitos, a comunicação ineficiente está presente na maioria das organizações. Os motivos variam e essa falha pode estar relacionada a diversos fatores, desde a linguagem propriamente dita até questões emocionais, preconceito, rusgas ou mesmo problemas de relacionamento não resolvido. Com a Constelação é possível identificar os verdadeiros originadores dessa má comunicação. E, quando as partes olham para essas fontes do problema e acolhem a questão, na maioria das vezes, o problema se dissipa.
Alma do Negócio – Constelação Organizacional – JustTV
Entrevista com M. Jane Peterson (Human Systems Institute Inc., utiliza esta ferramenta nos EUA desde 1978 na empresa - https://www.youtube.com/watch?v=uhyymKElpt4
Constelação Familiar e Lei Alienação Parental
As leis das ordens de Bert Helinger - https://www.youtube.com/watch?v=sur1qkMlBsA


Constelações no Judiciário
O pioneiro em usar esta ferramenta no poder judiciário é o Dr. Sami Storch, juiz de direito na Bahia. Começou a olhar, observar os processos de forma diferente, vendo as ordens sistêmicas.

Foi impressionante após o uso desta ferramenta os concílios de alguns processos.
Como juiz ele via como os processos são longos, acumula-se processos, e as vezes algo inconsciente não deixa o processo ser resolvido. Muitas vezes com valores baixos e se recusam, protelando o conflito.

Através do conhecimento das leis de ordem, é possível através da representação dos seus sentimentos, pessoas comuns, que não tem conhecimento nenhum sobre o processo, estabelecer harmonização dos envolvidos de uma forma totalmente inovadora.

Já se percebeu claramente que as constelações estão sendo a solução.

Mesmo que o juiz dê a sentença muitas vezes não se cumpre a sentença. Precisa um novo processo para cumprimento. Não resolve.

Em casos de família principalmente para os filhos, pode agravar o problema. Na prática existem mágoas e frustrações onde os filhos sofrem com as brigas dos pais. Mesmo que não seja demonstrado, os filhos percebem. Os filhos sentem na alma o sofrimento dos pais.

Como se iniciou esta dinâmica?

Storch iniciou quando escreveu um projeto por escrito de uma palestra vivencial. Atuava na vara de família da comarca de Castro Alves. O tema era ‘Separação de casais, os filhos e os vínculos que nunca se desfaz’.

Recebeu todo apoio da presidência do tribunal. Hoje com a crise no judicial se abre espaço para as inovações. Está aceitando e precisando das inovações. A conciliação vem de um entendimento mútuo. Testemunhas para depor contra um dos envolvidos gera muita raiva, dor e sofrimento para os filhos.

A ideia foi fazer um evento coletivo de palestra vivencial, assim foi feito. As primeiras 5 palestras, eram convidadas pessoas, onde os casos eram de separações, pensão alimentícia, inventários.

As pessoas a princípio esperavam que o juiz fosse dar a sentença em favor delas. Aí ele explicava que era uma sessão de não julgamento. Estavam lá para ter uma visão mais abrangente do problema. Uma visão sistêmica da situação. Explicava as situações que poderia gerar estes tipos de conflitos. Separações, divórcio mal resolvido, morte em gerações anteriores pode fazer com que aja excluído, uma doença grave ou um divórcio ou noivado que foi desfeito, alguém abandonado, alguém que foi explorado. Na Bahia tem um histórico com uma grande população que foi escrava. Muitas vezes a pessoa nem imagina o que poderia ter acontecido com seus ancestrais. Um aborto. As pessoas tratam como se fosse tão banal hoje em dia. Para quem trabalha com Constelação sabe o grau da importância em incluir uma criança que foi abortada, excluída e suas consequências numa família, numa empresa. O grau de sofrimento que isto causa.

Assista o vídeo com a explicação na íntegra: https://www.youtube.com/watch?v=ffnfpJrkdGc&t=92s

Reportagem completa Fantástico Constelação Familiar no Judiciário
O Centro de Estudos Judiciários do Conselho da Justiça Federal (CEJ/CJF) promoverá na próxima quinta-feira (12) o workshop Inovações na Justiça: o Direito Sistêmico como Meio de Solução Pacífica de Conflitos. O evento reunirá magistrados, membros do Ministério Público, procuradores, defensores públicos, advogados, estudantes e público geral para debater métodos alternativos para a solução de conflitos que utilizam as diretrizes das constelações familiares.

“A constelação familiar vem sendo aplicada em várias vertentes e em vários segmentos da sociedade, nas empresas públicas e privadas e áreas administrativas. No âmbito da Justiça, pode-se analisar a problemática relacionada ao sistema familiar das partes envolvidas em litígios processuais. Assim, com o estudo das leis sistêmicas, o operador do direito pode obter um olhar mais amplo, que vai além do que aparece nos autos dos processos judiciais”, explica Aline Mendes Mota, assessora na vice-presidência do Superior Tribunal de Justiça (STJ) e uma das coordenadoras científicas do workshop.

Outros vídeos

Conflitos na prosperidade e bloqueios familiares que impedem, como a constelação pode ajudar

A CURA PELA MENTE

  É a evolução recente das neurociências que proporciona os avanços mais notáveis das pesquisas sobre consciência.  O Instituto de Ciências Noéticas tem dedicado boa parte de suas pesquisas para estudar a relação entre a mente e a cura de doenças.
   As pesquisas que o Instituto tem registrado e divulgado concentram-se em três áreas gerais que tratam da influência da mente sobre o corpo.  A primeira é a pesquisa fisiológica, que focaliza os processos básicos que unem o cérebro e o sistema nervoso ao resto do corpo.     
   O mais significativo feito dessa linha de pesquisas foi o surgimento da psiconeuroimunologia, que busca compreender as conexões entre as atividades do cérebro e do sistema imunológico. Até recentemente, a noção vigente era de que essas duas partes do corpo eram totalmente independentes.  Mas agora as pesquisas revelam que os neurônios ligam-se diretamente ao sistema imunológico, "falando" na mesma linguagem bioquímica.  Também sugerem que hormônios como a adrenalina, assim como fatores psicológicos e sociais afetam a qualidade da resposta imunológica do organismo.
  A segunda linha de pesquisas, a epidemológica, estuda os aspectos psicológicos e sociais relacionados com o estado de doença.  A psicóloga norte-americana Lydia Temoshok constatou, ao estudar durante 10 anos portadores de um câncer de pele chamado melanoma, que invariavelmente apresentavam um padrão de comportamento marcado pela excessiva contração emocional, especialmente a raiva.  Condoíam-se do sofrimento dos outros e se desdobravam em atenção para agradar aos outros e a figuras de autoridade, mas reprimiam intensamente seu próprio medo e tristeza.
  Ao mudar esse padrão de comportamento, mediante tratamento psicológico, os pacientes melhoravam notavelmente sua condição biológica. Terapias que unem o tratamento do corpo ao tratamento da mente têm revelado um fortalecimento sensível da resposta imunológica e extensão de tempo de vida para os pacientes. Resultados preliminares reforçam essa evidência no Instituto do Câncer de Pittisburgh, na Escola de Medicina da Universidade da Califórnia e no Royal Marsden Hospital de Londres.
  A terceira linha de pesquisas, a clínica, concentra-se em criar programas de reeducação da mente para que melhore e fortaleça a saúde do corpo.  Recursos como o relaxamento e a meditação possibilitam à mente regular funções corporais como a temperatura da pele, o fluxo urinário e as contrações dos vasos sanguíneos.    Na Universidade de Harvard, pesquisas demonstram como a meditação, atividade que conduz à concentração mental do indivíduo em si mesmo ou também simultaneamente num objeto externo, regula a atividade elétrica do cérebro, geralmente baixando-as para o nível das ondas alfa.  Com isso, a meditação pode gerar o equilíbrio físico e psicológico da pessoa, baixando a pressão arterial e o nível de dor crônica, por exemplo.
No Centro Médico da Universidade de Massachusetts, um programa que combina meditação, prática de ioga e grupos de suporte psicológico tem atingido resultados parecidos. Na Escola de Medicina da Universidade de Stanford, grupos de suporte, hipnose e técnicas de visualização criativa têm contribuído para prolongar mais l8 meses, em média, as vidas de mulheres com câncer dos seios.
   A visualização criativa, também chamada imaginação criativa, consiste na projeção visual mental que a pessoa faz, na parte interna de sua testa de uma situação desejada.  A técnica serve para “educar” a mente, dirigindo a vontade para um objetivo específico ou para uma situação genérica que se queira imaginar, como uma sensação de bem estar, por exemplo. Pode servir também para que a “tela mental” receba passivamente uma imagem espontânea que traduza o estado ou a situação de nosso corpo, de órgãos físicos ou da pessoa como um todo, num dado momento.
   A técnica popularizou-se a partir da chamada Teoria dos Hemisférios Cerebrais, que garantiu ao neurologista norte-americano Roger Sperry o Nobel de Medicina e Fisiologia de 1981.   Compreendeu-se que enquanto, na maioria das pessoas o hemisfério esquerdo processa o pensamento lógico, tendo como linguagem a palavra, o lado direito opera com o chamado pensamento imagético, cuja linguagem organiza-se através de imagens.
   Ao mesmo tempo, a provável eficácia da visualização já era defendida há várias décadas pelo criador da psicossíntese, o italiano Roberto Assagioli, ao enfatizar que o primeiro dos 12 princípios que governam as forças psicológicas do homem afirma o seguinte: As imagens ou ideias ou quadros mentais tendem a produzir as condições físicas e os atos exteriores que lhes correspondem.
VISUALIZANDO O ESTÔMAGO POR DENTRO
O cardiologista e professor de medicina psicossomática Dirceu Calió Rolino, de Santos, SP, utiliza um tratamento integrado de seus pacientes. Combina os medicamentos, a alimentação, os exercícios físicos e a terapia grupal, incluindo o relaxamento e a prática da visualização criativa.
   “Numa primeira fase, uso a visualização criativa como forma da pessoa buscar algo dentro dela”, explica o doutor Rolino.  Algo que facilite sua mudança interior para se recuperar.
“Numa segunda fase”, continua Rolino, “a pessoa é orientada a se dirigir mentalmente para dentro do corpo dela.  Faz uma bela viagem, onde sente as áreas que precisam tratamento. No retorno da visualização, a pessoa vai relatar as imagens que viu do seu próprio processo”.
Um dos casos mais impressionantes que Rolino se lembra é o do paciente de uma colega: “Um garoto de sete anos internado com uma úlcera hemorrágica violenta”, conta. “Ele vomitava e evacuava sangue o tempo todo. E chorava de dor o tempo todo. O quadro familiar era dramático. O menino era criado pela avó e um dia ela saiu para uma viagem curta.  O menino quis ir, a avó não deixou.  Na viagem ela morreu. Ele se perdeu nisso tudo, ficou absolutamente sozinho. Não sabia o que fazer. E aí todo o mundo dizia: “Não chore!  Você é homem!  Homem não chora!” E ele chorava e chorava e aí veio a úlcera”.
  “No hospital, o cirurgião queria operar, mas precisava que melhorasse o estado do menino.  Aí entrou em ação a minha colega, que através de um processo gradativo, conseguiu ensinar o menino a visualizar e contar o que via no seu estômago.  Ele dizia: “o meu estômago está chorando”. E descrevia o que via, exatamente como na endoscopia, incluindo a variação da cor do estômago, à medida que melhorava.  Parou de chorar e teve alta do hospital”.
Como se explica o efeito das imagens sobre os órgãos?
Os médicos da medicina psicossomática, que estuda exatamente a interferência do estado psicológico do paciente sobre o corpo físico, dizem que somos capazes de mudar nossos padrões orgânicos através de mentalizações.  E alguns afirmam que o instrumento mais eficaz é a meditação, porque há uma integração perfeita entre a mente, o sistema endócrino e o sistema imunológico.
   O doutor Francisco Di Biase, chefe do Departamento de Neurocirurgia e Neurologia da Santa Casa de Barra do Piraí, RJ, lembra que na década de 70 o cardiologista Herbert Benson, de Harvard, e o psicólogo Robert Wallace monitoraram a prática de meditação em 36 pessoas. Mediram parâmetros fisiológicos como o consumo de oxigênio, o débito e a frequência cardíaca, os ritmos elétricos cerebrais e a concentração de ácido lático no sangue. “Comprovou-se”, diz Di Biase, “que durante a meditação ocorre redução de 16% a 18% do consumo de oxigênio, contra 8% encontrado no sono”.  Portanto, a meditação pode desencadear um relaxamento mais profundo do que o sono.  “Os parâmetros cardiovasculares caíram a níveis só encontrados em estados de relaxamento muito intensos”, prossegue Di Biase, “enquanto os eletroencefalogramas demonstraram uma sincronização das ondas cerebrais na faixa do ritmo alfa, seguida por sincronização na faixa teta, correspondendo a um padrão elétrico cerebral de repouso psicosensorial profundo”.
  Conforme Di Biase, estudos publicados nos últimos vinte e cinco anos em periódicos médico-científicos de prestígio, como Science e o New England Journal of Medicine, demonstram que a meditação é a técnica isolada “que mais proporciona benefícios ao ser humano, porque o relaxamento e o repouso psicosensorial profundo é a pré-condição básica para a atuação dos processos regenerativos auto reguladores e auto organizadores. Esses processos permitem um melhor equilíbrio homeostático e a otimização de todos os sistemas orgânicos”.
  “O organismo humano é constituído por uma rede dinâmica de comunicações inteligentes, operada por mais de sessenta neuropeptídios, que são mensageiros químicos neuro e imunotransmissores sintetizados no cérebro, no sistema endócrino e no sistema imunológico”, explica Di Biase.  “Os pensamentos, as emoções, os desejos e os impulsos de inteligência desencadeiam a criação desses mensageiros químicos, que coordenam os processos fisiológicos em todo o sistema orgânico, por meio de ligações a receptores específicos”, complementa.
 Neste caso, a ideia da totalidade da física quântica tem correspondência biológica. “Nosso corpo é uma vasta rede de comunicações em que cada célula experimenta toda a intensidade destes fluxos de inteligência e emoção gerados por todo o sistema”, coloca Di Biase.
É nessa interface então que se compreende, pelo menos num nível especulativo, o que pode ter a ver a física quântica com os processos bioquímicos do corpo.  Recentemente, o pesquisador Stuart Hameroff, da Universidade do Arizona, passou a postular que os microtúbulos, no interior dos neurônios, são os substratos
Físicos capazes de criar os efeitos quânticos que permitem a emergência da consciência”, completa Di Biase.  “Estruturas microscópicas como os microtúbulos, ou mesmo as sinapses” - conexões entre os neurônios - “poderiam desencadear a formação das interações quânticas não-locais necessárias para a interação mente/matéria”.  Por isso, citando David Bohm, afirma que “a mente pode operar diretamente nas profundezas da ordem implícita, o vazio pleno de energia, criador da matéria, da consciência e das leis físicas”.
   Abordagens apoiadas por esses conceitos funcionam na prática?
   Na clínica que leva o seu nome, o médico de Barra do Piraí combina modernas tecnologias de ponta, como a tomografia computadorizada e o mapeamento cerebral computadorizado, com técnicas de meditação e visualização e terapias de relaxamento. Dentre essas últimas, inclui atividades com o uso de técnicas de respiração, de música, de massagens dos pés, reflexologia, da acupuntura, de florais de Bach, de fitoterapias chinesas, flora brasileira, da homeopatia e do tai chi chuan. 
“Os resultados clínicos são muito superiores aos obtidos com a utilização isolada da medicina ocidental”, diz Di Biase, “principalmente no tratamento de distúrbios psicossomáticos, como as ansiedades, a depressão, o estresse, o uso de drogas, as doenças degenerativas,  as alergias, o  câncer e a epilepsia. Temos casos de   pacientes psicóticos, impregnados por tratamentos anteriores com psicotrópicos, que com o uso de terapias de relaxamento corretas, acupuntura e antioxidantes, retornaram à vida normal”, completa.

Autor de dois livros sobre o tema - O Homem Holístico, Editora Vozes e Natureza, Auto-Organização e Vida, que deverá ser publicado este ano, Di Biase realiza pesquisas nesse campo há 15 anos, dentro de uma situação tipicamente brasileira.  Enquanto no exterior a questão mente/matéria é pesquisada por instituições de porte, no Brasil, ao que se sabe, as poucas iniciativas devem-se a esforços puramente pessoais e isolados, principalmente de médicos e psicólogos, quase sempre trabalhando em bases unicamente empíricas. Nesse campo, continuamos à reboque da ciência de ponta no exterior, embora na vivência prática já contamos com experiências extraordinárias.  Como no esporte, com o magnífico exemplo de Ayrton Senna.

Fonte: de Edvaldo Pereira Lima gratidão pelas informações.

Reflexão: O que é a energia do dinheiro?

Este livro é muito interessante, principalmente por ter sido, a primeira edição, escrito há quase 100 anos.
Uma dica muito interessante foi não dizer nem pensar nos problemas financeiros do passado, se os teve ou se os está tendo no momento. Não falar da pobreza ou dificuldade de seus pais no início da sua vida, pois isso vai te igualar à energia dos pobres e irá deter a energia da prosperidade seguir em sua direção.
‘Deixe os mortos enterrarem seus mortos.’
Ou seja, deixe a pobreza e tudo que se relaciona a ela para totalmente para trás.
Apesar de todos os dias os noticiários só desejar que você sinta escassez, falta de dinheiro e distribua de graça muita desgraça, você pode começar a desligar sua TV para os noticiários e ver uma comédia no Netflix ou em outros canais onde escolhe não ter mais essa lavagem cerebral com as propagandas que se sentem à vontade para até aumentar o volume da TV para chamar sua atenção. Eu não sei você mas sempre coloco no Mudo (sem áudio neste momento).
O que você deve se interessar é pelo enriquecimento do mundo. Mantenha sua mente numa única direção o mundo está enriquecendo e a pobreza está saindo do planeta. Sempre que falar ou pensar nos pobres envie este pensamento. Eles estão ficando ricos, são merecedores e devemos elogiar isso ao invés de sentir piedade. Desta forma, estas pessoas poderão receber inspirações e tem a chance de achar oportunidades prósperas.
No nosso planeta somente existe a riqueza. Perceba um pedacinho de terra, como brotam muitas espécies de plantas, em 10-15 anos temos uma floresta, rica e próspera.
A melhor coisa que se pode fazer para um mundo melhor e mais rico é fazer o máximo de si. O tempo todo que está acordado, antes de dormir, ter pensamentos positivos!
A maneira de melhor servir ao próximo é ficando rico. De forma criativa e não competitiva.
Se você quer ficar rico. Comece já a seguir estes conselhos. Leia várias vezes os livros citados como referência e reflita. Coloque em pratica.
“Existe uma substância pensante da qual todas as coisas são criadas e que no seu estado original, permeia, penetra e preenche os espaços intermediários do Universo.”
Tudo que pensamos toma forma por esta substância. Tudo que pensamos é idealizado e criado por esta substância. Mas para usar esta substancia é necessário deixar a competição para criação. Ter um propósito fixo de conseguir aquilo que se quer. Ter uma fé inabalável de que conseguirá o que se quer. Focar somente nisso e nada mais.
Além disso deve-se viver e agir da forma correta.
O PENSAMENTO é a única força capaz de produzir riquezas tangíveis a partir da ‘substância amorfa’. Esta substância é a que dá forma e cria tudo que desejamos. As coisas boas e as ruins, depende do pensamento que se tem. Vivemos neste planeta com uma energia dual.
Esta substância amorfa é a matéria primordial de onde tudo vem e que pode ser moldado pelo pensamento. O pensamento nesta substância produz formas. O homem além de pensar pode transmitir o pensar e as formas para este mundo material, criando as formas existentes deste mundo que vivemos. A substancia amorfa também pensa.
Pense somente na VERDADE! O que seria isto? Seria: Só existe a abundância, a saúde, a paz. Quando você está conectado com sua essência primordial (divina), você está sempre de bom humor, sorridente e feliz. Independente de qualquer situação.
Pensar na doença te trará doença, pensar na pobreza te trará pobreza, pense na verdade, isso tudo é produzido pela sua mente. Isso exige força no seu pensamento. Só assim você conseguirá tudo que desejar. Tudo é questão de aparências. Depois de treinar muito será capaz de fazer acontecer. Fixe em sua memória todos os dias antes de adormecer e assim que acordar, leia este texto milhões de vezes até que as fichas caiam. Não veja mais noticiários nem jornais com notícias negativas. Pense na Paz, na abundância para o mundo, para você, sua família, seus amigos. Não frequente locais em que argumentem e que sejam contrários a este pensamento. Não especule. Simplesmente confie. Tenha fé. E sua vida irá começar a ser transformada. A ciência de ficar rico começa com a aceitação completa da verdade, dessa fé.
Pense: uma semente que é lançada por uma árvore ao solo, busca a vida, floresce e produzirá muitas outras sementes e começa tudo novamente. Na natureza é assim. A vida se multiplica em escala logarítmica. Se amplia eternamente, sempre. É perfeita. Para vivermos também deveria ser assim se não houvesse o Ego das pessoas que querem o poder de manipular a sua mente.
Nossa consciência está continuamente se expandindo. Deus só quer que você seja Feliz.
Deus não exige nada. Para ele está tudo certo. O que Ele quer é que você dê o seu máximo.  Seu melhor para você e para os outros. Lembre-se que o desejo desta ‘Substância’ é para que todos tenham tudo que desejam, sem competir. Esta ‘Substância’ não pode ser usada para desfavorecer a vida de outros, porque ela está à disposição, à serviço de todos. Você foi criado para criar e não para competir naquilo que já existe. Você deve se transformar em criador. As riquezas conseguidas pela competição não serão permanentes. E pensando bem, o que é permanente! Quase nada!
Deve acordar e dormir pensando: a riqueza é infinita, ilimitada. “Eu crio tudo que desejar e pensar.”
Você não está em busca de nada que pertença a outra pessoa. Somente aquilo que é seu desejo ardente. Lembre-se que a substancia está presente em tudo, permeia, penetra e preenche todos os espaços no Universo.
O homem é capaz de dar formas. Criar tudo que quiser. Quando pensa o tempo todo naquilo que pensa. Pensa, pensa, pensa; consegue criar aquela forma de pensamento. Por isso cuidado com o que pensa. Você está criando o tempo todo.
Numa negociação você deve pensar sempre em agregar valores, à vida dessa pessoa. Dar sempre mais do que você recebe em dinheiro. Algo que realmente faça a diferença na vida daquela pessoa. Você não é melhor do que ninguém só está oferecendo algo a mais. Um Plus! Sem prejudicar ninguém para se dar bem, sem levar vantagem. Este a mais, é um valor de utilidade. Não tem preço! Está agregando algo de bom na vida daquela pessoa pelo intermédio da negociação com você.
Jesus disse: “Não hesite em pedir tudo que quer, pois o prazer do Pai é lhe oferecer seu reino.”
Admire as belezas da natureza, dos homens, nas canções, nos mantras, nos pássaros, nas ondas do mar, enfim desfrute de tudo que Deus nos deu. E dará tudo que assim você desejar.


Lembre-se: TUDO que te acontece está de acordo com sua fé e seu pensamento. Acredite que seja possível. E você cria sua realidade.

Fonte: A Ciência de ficar rico (autor: Wallace D. Wattles, Ed. Madras)

A NOVA FRONTEIRA DA MENTE

  A sabedoria popular alimenta   uma antiga suspeita que começa a despertar o interesse da ciência moderna:  a idéia de que o pensamento cria e transforma a realidade concreta.
  Muita gente aceita a ideia de que manter uma atitude mental otimista e alegre - o “alto astral” - contribui para gerar situações positivas nas vidas das pessoas.  Aceita-se, também, que uma atitude pessimista - o “baixo astral” - igualmente atrai ocorrências ruins. Em situações de doenças, o paciente que não se abate, levando a vida o mais normalmente possível, como se nada estivesse acontecendo, em geral recupera-se mais rapidamente do que o indivíduo que se rende ao sofrimento. 
   No esporte, a vontade inabalável da vitória remove montanhas. Gostemos ou não, durante o campeonato mundial de futebol de l994, o técnico Parreira demonstrou uma inquebrantável serenidade contra a pressão contínua de milhões de torcedores, da mídia, do Pelé e até da mãe dele... Zagalo dizia desde o começo que o time - cá para nós, mesmo estando longe do brilhantismo de outras eras -  iria “chegar lá”. Romário afirmava a todo o instante que aquela seria a Copa do Brasil e a Copa do Romário.  Quem viu o documentário oficial da Fifa nos cinemas, vai se lembrar da cena super significativa momentos antes da entrada em campo de Brasil e Itália, no jogo final:  Romário com a expressão auto-confiante, determinado, enquanto Baggio, na fila ao lado, olha-o com uma face de quem tem missão impossível pela frente, quase que derrotado previamente, aceitando uma realidade que ainda não se concretizara.  Na hora dos pênaltis, Romário acertou o dele.  Baggio, não, selando o destino da Copa.
   No âmbito científico, situações como essas - que levantam suspeitas da interferência da mente sobre a matéria e também de realidades sutis como os campos eletromagnéticos sobre a matéria - motivam agora pesquisas de ponta de universidades de prestígio mundial, como Harvard, Princeton e Stanford. Embora o tema seja complexo e delicado, os resultados já apontam para um surpreendente caminho que amplia consideravelmente o conhecimento do ser humano sobre si próprio e sobre a realidade que o envolve.
   A famosa Princeton, por exemplo, desde l979 conduz um rigoroso programa de pesquisas sobre a interação entre a consciência humana, de um lado, instrumentos e equipamentos de precisão, de outro.  Milhares de experimentos já foram feitos em que operadores humanos, através unicamente da vontade mental, alteram o funcionamento de máquinas e equipamentos eletrônicos, óticos e acústicos.  Os efeitos provocados, embora modestos em quantidade, apenas uns poucos para cada 10.000 experimentos, são estatisticamente repetíveis. Ao mesmo tempo, Princeton estuda fenômenos em que pessoas captam mentalmente e descrevem paisagens que estão sendo vistas por outras pessoas, situadas geograficamente distantes e em locais selecionados ao acaso, desconhecidos das primeiras.
   As implicações e aplicações dessas pesquisas têm um alcance revolucionário. Os cientistas de Princeton sugerem que a consciência, o conjunto de pensamentos, sentimentos, vontades e sensações que formam o processo pelo qual o homem percebe a si próprio e ao mundo, é um agente ativo na constituição da realidade física. Como a consciência é um atributo da mente, através da vontade consciente o homem poderá aprender, com a evolução dessas pesquisas, intervir em situações tecnológicas que hoje parecem ficção científica.  Os pesquisadores de Princeton antecipam o futuro em que o homem também usará a mente além do seu corpo físico, para comandar aviões, equipamentos de salas cirúrgicas, máquinas de controle ambiental e de salvamento em acidentes.
   Resultados estimulantes também têm sido apontados pelo Centro de Ciências Limítrofes, uma unidade transdisciplinar da Universidade Temple, na cidade de Filadélfia, nos Estados Unidos. O Centro, criado em l987, dedica-se a estudar áreas da ciência que desafiam os parâmetros corriqueiros da pesquisa tradicional, porque requerem novos instrumentos e modos de abordagem da realidade.  Em especial, realiza estudos da consciência, visando ampliar o conhecimento da mente e pesquisando a relação mente-matéria em áreas como a medicina, novas tecnologias de produção de energia e o bioeletromagnetismo.
   Esse último termo aplica-se a uma ciência nova, que estuda os campos eletromagnéticos artificiais e naturais e suas relações tanto com a vida quanto com a saúde. Investiga, por exemplo, os efeitos danosos que podem causar ao sistema imunológico humano os campos eletromagnéticos formados pelas redes de transmissão de eletricidade, da faixa entre 50 e 60 Hertz situadas muito próximas a residências.  Pesquisas epidemiológicas relatadas pelo Centro indicam que, nos Estados Unidos, pode haver uma relação importante entre essa proximidade e a incidência de leucemia em  crianças. Suspeita-se, também, que as ondas emitidas por estações de radar provocam efeitos biológicos ainda não totalmente compreendidos, assim como a exposição freqüente e intensa a entroncamentos de linhas telefônicas pode afetar os operários.
   Um dos experimentos mais significativos que o Centro endossa, pesquisando a interferência da mente sobre a matéria, foi realizado pelo psicólogo Jacobo Grinberg-Zylberbaum, da Universidade Autônoma do México. Grinberg-Zylberbaum conduziu uma série de pesquisas em psicofisiologia, baseadas no conceito de ordem implícita, estabelecido pelo físico teórico David Bohm, falecido em 1992.    
   Bohm criou a teoria holográfica da ordem implícita e explícita do universo. Um holograma é uma estrutura tridimensional que pode ser vista de vários ângulos.  Ao mesmo tempo, qualquer parte de uma estrutura holográfica contém o seu todo, isto é: os elementos essenciais que constituem a totalidade da qual faz parte. Por exemplo, em biotecnologia reproduz-se em laboratório uma palmeira completa, a partir de uma folha de outra palmeira que lhe serviu de clone.  Quer dizer, a folha contém, potencialmente, os elementos essenciais que constituem a palmeira como um todo.  
   O universo é entendido por Bohm como uma totalidade indivisível, um campo unificado, apoiando-se na Teoria da Relatividade de Einstein. Assim, uma ordem total, a condição em que todos os elementos que constituem o universo se organizam está contida, como matriz informativa implícita, na própria ordem explícita, que é o que observamos concretamente da realidade.   Deste modo, teoricamente, a mente de uma pessoa seria capaz, em condições apropriadas, de acessar a ordem implícita e portanto comunicar-se diretamente com a mente de outra pessoa em local distante. Poderia comunicar-se com todo o universo.
   O psicólogo Grinberg-Zylberbaum decidiu pesquisar se existe uma relação observável entre essa ordem implícita e o funcionamento biológico do cérebro que é o instrumento de expressão utilizado pela mente durante o ato de percepção da realidade.  Constatou que processos altamente abstratos do pensamento não são um subproduto da atividade cerebral, mas sim uma condição fundamental que não se reduz à matéria.  Os resultados também mostraram que há interações eletroencefálicas entre cérebros de pessoas distanciadas entre si.
   Como parte das pesquisas, uma dupla de voluntários era submetida a um processo de interação até alcançar um bom grau de comunicação não verbal.  Em seguida, cada parceiro era separado um do outro e os dois eram confinados em câmeras fechadas, a prova de som, distantes de três a 15 metros uma da outra.  Um dos dois voluntários recebia vários estímulos sons, flashes de luz, choques elétricos, o outro, não.  Os registros eletroencefalográficos do voluntário que não recebia os estímulos eram bastante similares, em 25% dos casos, aos do outro voluntário.  Mais de 50 experimentos foram realizados em sete anos. Embora o resultado seja modesto, estatisticamente, o pesquisador considera-o relevante, porque quando os voluntários registram “transferência de potencial”, termo que constata padrões próximos de ondas cerebrais dos voluntários, significando que o cérebro de um “percebeu” sinais dos estímulos que o outro estava efetivamente recebendo, tal condição repetia-se em experimentos subsequentes.  E, no dia que o par de voluntários era constituído por um casal jovem apaixonado, as similaridades morfológicas das ondas cerebrais de ambos, registradas no eletroencefalograma, foram consideradas extraordinárias.
  O pesquisador concluiu que a percepção da realidade é o resultado da interação entre o campo neural, formado pelos neurônios que são as células nervosas, e a matriz de informação contida na Ordem Implícita. Essa matriz, a seu turno, conteria informações sobre todos os campos neurais existentes. Assim, o cérebro interage com essa matriz, decodifica seus sinais e acaba por vê-los “transformados” em objetos, espaços, formas e outros elementos que constituem a realidade perceptual.  Em outras palavras, a Ordem Explícita.  Também sugeriu que há interações diretas entre diferentes campos neurais, ou seja, entre diferentes cérebros.
Resultados como esse fazem, o Centro de Ciências Limítrofes da Universidade Temple sugerir, em seus documentos oficiais, que não há separação entre a mente e a matéria.  Também indicam que a mente interage com a matéria de um modo que transcende os limites da dimensão tempo-espacial convencional.  Quem exulta com esses resultados é o ex-astronauta Edgar Mitchell, doutor em astronáutica pelo prestigioso M.I.T. - Massachusetts Institute of Technology, sexto homem a pisar na lua e ele próprio um dos pioneiros do estudo avançado da consciência. "Já vínhamos estudando fenômenos anômalos dessa natureza há anos, mas não tínhamos um suporte teórico que nos ajudasse a explicá-los", comenta.  “Esse suporte surgiu com a questão da não-localidade na física quântica, que nos dá hipóteses testáveis.” Mitchell também faz menção à Ordem Implícita, entendendo-a como a estrutura subjacente à matéria, cujo conceito facilita elaborar equações quanto-mecânicas capazes de explicar, a seu ver, como a mente funciona na interação com esse lado sutil do universo e na interação com a matéria.
    A não localidade é um conceito estabelecido pela física quântica que constata a existência de conexão instantânea entre objetos aparentemente separados um do outro. Einstein foi o primeiro a tocar no assunto, porém, antes dos físicos quânticos. Identificou-o.  Mas não conseguiu explicar o fenômeno da correlação entre objetos distanciados entre si, achando-o “esquisito”, porque sua Teoria da Relatividade diz que nada (nenhum sinal, por exemplo) pode viajar mais rápido que a luz. 
   De qualquer modo, o fenômeno é constatável.  Se um par de fótons - um fóton é uma unidade minúscula da energia eletromagnética é colocado junto e depois separado no laboratório, quando a polaridade de um é medida, o outro apresenta exatamente a polaridade oposta. Por analogia, a física norte-americana Danah Zohar diz que se tivesse uma irmã “quanticamente gêmea” dela, vivendo em Nova Iorque e ela em Oxford, na Inglaterra, e que não se vissem ou falassem há muitos anos, no momento em que decidisse fazer um curso de dança, a irmã poderia ter a mesma idéia, do outro lado do Atlântico.  No instante em que, na aula, levantasse o braço esquerdo, sua irmã estaria levantando o direito.
   A idéia é que a realidade tal como encarada pela física quântica é um todo integrado, uma teia de correlações no tempo e no espaço. Tal concepção bate de encontro com a velha idéia de que tudo que existe no mundo é divisível e separado. A mente é uma coisa e o corpo é outra, diz essa abordagem.
    Mas gente como Edgar Mitchell, por reflexão científica e por experiência pessoal, tem constatado que essa afirmação pode não ser mais adequada para expressar a realidade.  Na sua viagem à lua em l971, como tripulante da Apollo 14, Mitchell vivenciou um profundo sentimento de que o universo todo é inteligente é uma consciência viva, integrada.  Treinado porém no rigor da ciência, aliou esse lado subjetivo a um experimento pessoal da qual nem a NASA tinha conhecimento. Da lua, fez uma experiência de telepatia, transmitindo à Terra, para cientistas amigos seus, previamente convidados, mensagens mentais simples, contendo formas geométricas e números.  Ao regressar, constatou um número significativo de acerto, por parte dos colegas que tentaram captar sua emissão telepática.
   Entusiasmado, Mitchell deu-se a missão de criar um centro de pesquisas da mente, da consciência e do conhecimento.  Na época, as universidades tradicionais estavam pouco afeitas a pesquisas nessa direção.  Por isso, instituições independentes, como a sua, são as que deram partida a estudos dessa natureza.  O ex-astronauta fundou sua organização em l973, com o nome de Instituto de Ciências Noéticas. O termo “Ciências Noéticas”, tirado da palavra grega nous, que significa mente, inteligência e modos de saber, aplica-se ao estudo da mente e dos diversos modos de saber, numa abordagem interdisciplinar.  Aos poucos, Mitchell reuniu em torno de si personalidades importantes da ciência, como Willis Harman, professor emérito da Universidade de Stanford, que acabou assumindo a presidência do Instituto.  
   Mitchell, que esteve no Brasil para o evento “Imaginária 95”, que discutiu temas como o tratado por esta reportagem, explica o princípio básico que norteia o Instituto de Ciências Noéticas, e porque o considera indispensável para as pesquisas científicas hoje em dia.
A ciência concentrou-se tradicionalmente no objeto, mas ignorou totalmente o sujeito.  O único conhecimento que acontece, porém, é dentro do homem. Então a ciência tem de desenvolver urgentemente uma epistemologia que se volte para a compreensão da experiência subjetiva da realidade, que ocorre apenas no interior do indivíduo. A ciência apoiou-se apenas nos cinco sentidos externos, mas a não-localidade ajuda a entender o outro sentido importante, o interno.
O cientista e autor Peter Russell, doutor em psicologia pela Universidade de Bristol e também físico teórico, que esteve no Brasil junto com Mitchell para o "Imaginária 95”, reconhece porque a ciência só agora está se abrindo para os estudos da consciência.

 A ciência, nas últimas centenas de anos, pôs a consciência de lado por duas boas razões. Ela não pode ser medida, pesada ou observada como observamos os minerais.  E a ciência tentou ser objetiva, procurando chegar à verdade, independentemente do estado de consciência do observador.  Isto é, tentou deixar a mente fora do processo.  Mas agora temos a física quântica e também a neurofisiologia, que está mostrando como os neurotransmissores afetam nosso estado de consciência.

Fonte: de Edvaldo Pereira Lima gratidão pelas informações

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Mônica H Louvison

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Bióloga, Acupunturista e Massagista, há 14 anos e mestre em Reiki.