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Pânico

O que é? É um tipo de transtorno de ansiedade no qual ocorrem ataques repetidos de medo intenso de que algo ruim aconteça de forma inesperada.
Sintomas - Falta de ar, coração acelerado e transpiração excessiva.
O que é o infarto - Nesse caso, os sintomas podem se prolongar para dor no peito, no braço esquerdo, costas, mandíbula e estômago. Hora é importante! A maioria dos infartos iniciam sintomas pela manhã, das 5-7 horas. Outros tipos de infarto ocorrem após exercícios intensos sem preparo físico e/ou com problemas de coração. Nem depende muito de preparo físico, pois atletas hoje em dia estão caindo mortos. Relaciono essa ocorrência com o estresse. Esse sim como grande vilão silencioso.

Causa do Pânico - A causa é desconhecida. A genética pode ser um fator determinante. Pesquisas indicam que, se um gêmeo idêntico tem síndrome do pânico, o outro gêmeo também desenvolverá o problema em 40% das vezes. No entanto, a síndrome do pânico em geral ocorre sem que haja nenhum histórico familiar.
A síndrome do pânico é 2 vezes mais comum em mulheres do que em homens. Os sintomas normalmente começam antes dos 25 anos, mas podem ocorrer depois dos 30. Embora a síndrome do pânico ocorra em crianças, ela normalmente não é diagnosticada até que as crianças sejam mais velhas.
Muitas pessoas com síndrome do pânico buscam tratamento primeiro no pronto-socorro, pois os ataques de pânico parecem ataques cardíacos.
O médico realizará um exame físico, incluindo uma avaliação psiquiátrica.
Serão realizados exames de sangue. Outras doenças devem ser descartadas antes de diagnosticar a síndrome do pânico. Devem ser considerados distúrbios relacionados ao excesso de drogas, pois os sintomas podem ser iguais aos de ataques de pânico.

Toxicomania significa que o indivíduo precisa de uma droga para funcionar normalmente. A interrupção abrupta da ingestão da droga leva a sintomas de abstinência. O vício em drogas é o uso compulsivo de uma substância, apesar dos seus efeitos negativos ou perigosos.
Um indivíduo pode ser dependente físico de uma substância sem ser viciado. Por exemplo, alguns medicamentos para regular a pressão sanguínea não provocam vício, mas podem causar dependência física. Outras drogas, como a cocaína, causam vício sem levar à dependência física.
A tolerância a uma droga (necessidade de aumentar a dose para manter o mesmo efeito) é geralmente parte do vício.
Soluções Naturais e Complementares - Acupuntura, reiki, homeopatia, crânio-sacro, biocibernética bucal, psicologia, meditação, o conhecimento de si, são alguns exemplos de técnicas recomendadas.

Crises de pânico na prática médica
Por José Alberto Del Porto - Departamento de Psiquiatria da Unifesp/EPM
As crises de pânico estão entre os diagnósticos mais frequentes que levam os pacientes a procurar serviços de emergência; assim sendo, seu conhecimento e manejo não devem se restringir aos psiquiatras, mas interessar aos médicos em geral.
Além de ocorrerem como condição primária no transtorno de pânico, as crises de pânico podem aparecer em um número muito grande de condições psiquiátricas, como em transtornos fóbicos, quadros depressivos, intoxicações por drogas e síndromes de abstinência.
As crises de pânico são bastante frequentes entre as pessoas que procuram serviços médicos gerais, de atenção primária, e também especialistas diversos, como cardiologistas e neurologistas, além dos otorrinolaringologistas (estes devido às vertigens que muitas vezes acompanham as crises).

Diagnóstico

As crises de pânico são caracterizadas como ataques agudos de ansiedade intensa, acompanhados por sintomas somáticos proeminentes: palpitações ou aceleração da frequência cardíaca, sudorese, tremores, sensação de asfixia, dor torácica, náusea, tonturas, calafrios ou ondas de calor, etc. (Tabela 1). Entre os sintomas psíquicos encontram-se o medo intenso (de morrer, de perder o controle, de enlouquecer) e sensações de irrealidade ou estranheza referidas ao ambiente ou a si mesmo. Para o diagnóstico de crise de pânico, devem estar presentes quatro ou mais dos sintomas listados acima (de acordo com os critérios da Associação Psiquiátrica Americana).4 Os sintomas iniciam-se agudamente e atingem sua máxima intensidade dentro de uns 10 minutos, esvanecendo-se num período variável de minutos a uma ou duas horas.

Tabela 1 - Critérios diagnósticos para crises de pânico*
Uma crise bem delimitada de intenso medo ou desconforto, na qual quatro ou mais dos seguintes sintomas desenvolvem-se abruptamente e alcançam o máximo de sua intensidade em 10 minutos:
  1. palpitações ou aceleração da frequência cardíaca;
  2. sudorese;
  3. tremores ou abalos;
  4. sensação de falta de ar ou sufocação;
  5. sensação de asfixia;
  6. dor ou desconforto torácico;
  7. náusea ou desconforto abdominal;
  8. sensação de tontura, instabilidade, vertigem ou desmaio;
  9. desrealização (sensações de irrealidade) ou despersonalização (estranheza referida a si mesmo);
  10. medo de perder o controle ou enlouquecer;
  11. medo de morrer;
  12. parestesias (anestesia ou sensação de formigamento);
  13. calafrios ou ondas de calor.
*Critérios baseados no DSM IV (Diagnostic and Statistical Manual, 4th edition), da Associação Psiquiátrica Americana, 1994.4

Durante as crises de pânico podem ocorrer taquicardia transitória e elevação moderada da pressão arterial sistólica. Embora alguns estudos tenham sugerido ser mais comum a presença de prolapso de valva mitral e doenças da tireóide (TP).
Para ler mais na íntegra esse estudo acesse:
http://www.unifesp.br/dpsiq/polbr/ppm/especial04a.htm

Para quem acredita em perturbações espirituais ou de personalidades, recomendo fazer terapias de vidas passadas e apometria.

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Mônica H Louvison

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Bióloga, Acupunturista e Massagista, há 14 anos e mestre em Reiki.